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1/3 hora atividade professores de nh ganham liminar 23/03/2012

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A primeira liminar do RS, é do nosso escritorio.

fonte www.dvh.adv.br

CELULAR , CONVIVENCIA FESTA E VOCE? 02/03/2012

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Os celulares, modificaram, a convivencia humana, veja este exemplo e reflita:

“Nossa falta de educação ao usar o celular http://migre.me/7ZDqV” (660 cliques)
“Uma amiga minha me contou que dois amigos dela chegaram com uma novidade do exterior. Um vinha da Califórnia; o outro, da Europa. E os dois lhe explicaram uma espécie de brincadeira que aos poucos estava tornando-se popular longe do Brasil. Ela apelidou de “roleta russa da conta”, que funciona assim: ao encontrar-se com amigos em um bar ou restaurante, todos fecham um trato que começa ao deixar o telefone celular exposto à mesa. Todos numa mesma pilha, num canto específico, eles não precisam nem estar desligados. Mas é melhor desligar. Porque aquele que atender o telefone no meio do encontro assume a conta da noite. É um teste para os nervos, ainda mais quando o celular é deixado ligado. Ele pode tocar. O problema não é esse. É resistir à chamada. Atendeu, pagou.”

—-fontehttp://blogs.estadao.com.br/link/a-semana-do-estadaolink-13/

militancia virtual e anonimus , governos tremem 02/03/2012

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“Anonymous preocupa governo americano, que acredita que grupo pode até derrubar o sistema elétrico do país http://migre.me/80ovj”
“Autoridades dos EUA estão preocupadas que o grupo Anonymous organize um ataque de grandes proporções em algum momento no futuro. De acordo com uma reportagem publicada pelo Wall Street Journal nesta terça-feira, 21, o diretor da Agência de Segurança Interna (NSA, na sigla em inglês), o general Keith Alexander, tem feito reuniões para alertar a Casa Branca da ameaça de o grupo conseguir até cortar o fornecimento de energia com um ataque online.”

E no Brasil?
Poderiamos usar para que esta estrategia?
à reflexão

Daniel Von Hohendorff

fonte:

#PEC DO CALOTE E NOS: A MENINA DO RECURSO EXTRAORDINARIO 626.390 DA ADIN 4357 E O ANIVERSARIO DE 15 ANOS 25/02/2012

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Artigo disponivel no site www.dvh.adv.br .

Á reflexão

Daniel Von Hohendorff

xenofobia, redes sociais e prova pré constituida 18/11/2011

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Se a xenofobia, ira aumentar, conforme o estudo abaixo, o que for escrito nas redes sociais, servira como prova pré constituida?
O que voce acha, pensa sobre isto?
Qual o papel dos operadores do direito, neste caso:

fonteCartaCapital (@cartacapital)10/11/11 15:22 Grupos xenófobos devem crescer ainda mais na Europa com a ajuda das redes sociais, diz pesquisador britânico: migre.me/67twI

Agressão e opção sexual, tendencias 05/10/2011

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Relmente, é preocupante est estatistica, pois , pressupõe-se qque o Esyado mai desenvolvido, economicamente, o seja , em outras questões.

E o resto do Brasil, como está?

E na sua cidade?

Na internet, temos estatisticas? E por que Não?

daniel von hohendorff

Fonte

estadao (@estadao

)
24/09/11 11:37

SP lidera denúncias de agressão contra gays, diz estudo

http://t.co/4ls0MLjY

Internet e necessidades basicas e na sua cidade como é? qual a sua banda? 29/09/2011

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Interessante reflexxão, sobre o novo padraõ de necessidadee e o novo mercado, que se constroi, bem como o novo marco legal, necessário.
A partir dito, verifica-se a necessidade de melhores serviços e banda larga, em toda a sua extensão.

Como esta a banda na sua cidade e que voce faz para melhora-la?

Daniel Von Hohendorff

fonte

Monique Prada (@MoniquePrada

)
25/09/11 16:42

-> RT @DeputadoFederal

: Jovem brasileiro considera internet é tão importante quanto água, comida e moradia

http://t.co/SYbQodNk

Daniel von Hohendorff

LAN HOUSES E REGULAMENTAÇÃO ENFIM 25/04/2011

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Interessante a regulamentação, finalmente o congresso, mobiliza-se para que as leis estejam de acordo com a realidade, mesmo que seja virtual.

Daniel Von Hohendorff

FONTE http://www.aasp.org.br/aasp/noticias/visualizar_noticia.asp?id=32355&tipo=N

Data/Hora: 20/4/2011 – 17:59:52
Câmara aprova regulamentação das lan houses

O Plenário da Câmara dos Deputados Federais aprovou, nessa terça-feira, o Projeto de Lei 4361/2004, que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses e prevê sua participação em parcerias com os governos para o desenvolvimento de atividades educacionais, culturais e de utilidade pública. A matéria será analisada ainda pelo Senado.

O texto aprovado é o de uma emenda do relator, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ). São previstas parcerias entre os governos municipais, estaduais e federal para ampliar o acesso à internet por meio de programas de complementação pedagógica.

Se o projeto virar lei, as lan houses passarão a ser definidas como centros de inclusão digital (CID), que apresentam interesse social para a universalização do acesso à internet, além de prestadoras de serviços.

Uma das emendas incluídas no texto, de autoria da deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), prevê a garantia de acessibilidade a pessoas com deficiência, na forma de um regulamento.

Segundo Leite, a realidade brasileira revela que o acesso à internet está caracterizado pelas lan houses. Estima-se que existam hoje aproximadamente 108 mil lan houses em todo o Brasil, e 45% do total de usuários acessam a internet nesses estabelecimentos. Nas classes D e E, esse número sobe para 74%.

“Na faixa etária de menores de 16 anos, 60% dos que acessam a internet o fazem por meio de uma lan house, por isso não podemos estabelecer restrições para esse grupo”, explicou o relator, que rejeitou propostas de proibir os jovens de frequentar essas casas.

Conteúdos

De acordo com o texto aprovado, as lan houses deverão possuir softwares que orientem e alertem menores de 18 anos sobre o acesso a jogos eletrônicos não recomendados para sua idade, respeitando a classificação indicativa do Ministério da Justiça. Isso valerá também para sites pornográficos e afins.

Os equipamentos também terão de possuir programas que garantam a inviolabilidade dos dados pessoais do usuário e do conteúdo acessado, salvo no caso de ordem da Justiça para investigação.

Essas regras deverão aparecer na tela inicial de cada computador e seu descumprimento pela lan house implicará o descredenciamento automático de programas públicos de apoio.

Educação

Para viabilizar o acordo de aprovação do projeto, Otavio Leite retirou dispositivo que permitia aos governos contabilizarem os recursos usados nessas parcerias para o alcance dos percentuais mínimos previstos na Constituição para aplicar na educação.

Outra emenda aprovada, defendida pelo PPS, prevê que as lan houses registrem o nome e a identidade dos usuários. Inicialmente, o partido pretendia que o endereço também fosse anotado e estabelecia punições para as casas que não cumprissem a regras.

Linha de crédito

Entre os serviços que podem ser oferecidos pelas lan houses estão o acesso a programas de pesquisa e estudo e a conexão com instituições públicas para o cumprimento de obrigações legais e exercício da cidadania.

Para estimular a atualização tecnológica das lan houses, o projeto aprovado estabelece prioridade em linhas especiais de financiamento para compra de computadores. Isso se aplica, por exemplo, a bancos públicos como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Outro ponto do projeto permite a municípios e organizações representativas das lan houses instituir selos de qualidade com o objetivo de incentivar a melhoria do serviço prestado.

Internet popular

Como exemplo de cooperação entre governo e iniciativa privada, Otavio Leite cita o projeto Centro de Internet Popular, da prefeitura de Estância (SE).

Segundo o relator, ao todo são 21 estabelecimentos nos quais os alunos da rede pública municipal podem acessar gratuitamente a internet por meio de um tíquete distribuído pela prefeitura que dá direito a seis horas mensais – cinco para pesquisas escolares e uma para entretenimento.

Em contrapartida, os donos de lan houses participantes do programa devem oferecer um projeto pedagógico que possa transformar esses estabelecimentos em ambientes de aprendizagem.

e-democracia

A regulamentação das lan houses é o primeiro projeto aprovado com participação do portal e-democracia, que realizou consulta pública sobre a proposta no ano passado. Várias sugestões foram apresentadas, e algumas delas, depois de adaptadas, foram incorporadas ao texto.

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

Curso AASP: Direito Eletrônico, os Tribunais e as Redes Sociais (Orkut, Facebook, Foursquare, Twitter)

sexting :nunca coloque nada na internet que você não mostraria para sua mãe 15/04/2011

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Realmente, trata-se de um indicio de limite.

A questão é tambêm a responsabilidade civil dos pais, pois , efetivamente há dano moral e á imagem do atingido pelo sexting.

Boa Leitura

Daniel

fonte www.uol.com.br

3/04/2011 – 07h00
Sexting: não publique nada na internet que você não mostraria para a mãe, orienta educadora
Ana Okada
Em São Paulo
Atualizado às 14h34

Ter cuidado com o que se coloca na internet deveria ser a regra. Mas, são cada vez mais comuns os casos de “sexting” (uma junção das palavras sex [sexo] e texting [envio de mensagens]), quando vídeos e imagens com conteúdo sexual vazam na internet ou via celulares. Um caso recente, registrado na cidade de Bom Retiro do Sul (RS), mostra que pais e educadores devem ficar atentos à questão, que pode gerar graves consequências psicológicas para as vítimas. Como fazer para evitar problemas?

Segundo a coordenadora do projeto “Ética e cidadania digital” do colégio Bandeirantes, em São Paulo, Cristiana Mattos Assumpção, o raciocínio é simples: nunca coloque nada na internet que você não mostraria para sua mãe. “É uma informação que vai ficar lá para sempre, [o adolescente] pode se arrepender depois de tê-la colocado lá. Ele tem que lembrar que está num espaço com um público muito amplo”, diz.
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Caso gaúcho expõe perigos da troca de conteúdo sexual via celular; entenda o sexting
Como lidar com o cyberbullying? Veja o que dizem especialistas

Ela conta que nem sempre os estudantes “acreditam” na importância da segurança digital. “Quando há notícias na mídia sobre alguém que se expôs demais e comentamos isso em aula, alguns acreditam [no perigo], outros não. Mas nossa esperança é a de que estamos plantando uma sementinha, e que eles vão pensar bem antes de fazer qualquer coisa”, diz.
Acompanhamento

O acompanhamento do uso que os estudantes fazem do computador e do celular é a melhor forma de evitar a veiculação de conteúdo inapropriado. Segundo Quézia Bombonatto, presidente da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia), os valores passados por pais e professores são decisivos para que os jovens saibam distinguir o quanto podem se expor nesses meios.

Ela explica que os pais devem observar as orientações que estão dando aos filhos, assim como devem observar também a que programas eles assistem e que livros leem, por exemplo. “Por mais que eles escondam, a gente vê [o que os jovens fazem no dia a dia]“, diz. A psicopedagoga ressalta, no entanto, que isso não quer dizer que o pai tenha que virar “amiguinho” do filho: “Ele não pode entrar numa de virar amigo do filho, porque senão ele perde a relação de pai. Ele tem que orientar esse jovem, e isso significa, dentre outras coisas, impor limites”.
Cuidados que seu filho deve ter no uso da web
Evitar colocar fotografias em sites de relacionamentos;
Não divulgar as senhas de e-mail em programas de mensagem;
Clicar em “sair”, “log-off” ou similares ao terminar de utilizar essas ferramentas;
Não autorizar a opção “salvar automaticamente a senha” no PC de lan-house, escola ou casa de amigos;
Em desenvolvimento

De acordo com Quézia, no adolescente, o senso crítico ainda não está amadurecido, por isso ele se expõe mais. Ele tem também uma forte necessidade de ser aprovado pelo grupo, fazendo muitas vezes “qualquer coisa” para se distinguir. “Às vezes, se ele não tem como chamar a atenção, ele lança mão de todos os artifícios possíveis, sejam eles positivos ou negativos”, diz.

A sexualidade também é outro aspecto que está sendo desenvolvido nessa época. O jovem, segundo a psicopedagoga, pode ter dois comportamentos em relação a isso: ficar retraído em relação ao corpo ou, no outro extremo, querer exibi-lo. Contribui para esse segundo comportamento a excessiva erotização que há sobre o corpo jovem na mídia e na sociedade. “É aí que a família tem que estar por perto”, explica Quézia, para que não haja a exposição do adolescente nessa fase “imatura”, com um.

sexting e voce? 14/04/2011

Posted by DVH Advogados in Consumidor, Cyberbulling, Direito Alternativo, Familia, Internet, Redes Sociais, Reflexão, Tecnologia.
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Realmente, o sexting, será um problema, por isto, em um primeiro momento, vamos ver o que é e depois encaminharemos ideias.

daniel

3/04/2011 – 07h00 / Atualizada 13/04/2011 – 13h29
Caso gaúcho expõe risco da troca de conteúdo sexual via celular; entenda o sexting
ANA IKEDA || Do UOL Tecnologia

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Pense antes de postar

Getty Images

Sexting: evite publicar na internet o que você não mostraria para sua mãe, orienta educadora

Antes restrito às manchetes internacionais, os casos de sexting – quando vídeos e imagens com conteúdo sexual vazam na internet ou via celulares – crescem entre adolescentes brasileiros. Um caso recente, registrado na pequena cidade gaúcha de Bom Retiro do Sul, com cerca de 12 mil habitantes, mostra que pais e educadores devem ficar atentos ao problema, com graves consequências psicológicas para as vítimas. “Perdi minha dignidade”, resumiu a garota que aparecia no vídeo espalhado via celular pelos moradores da cidade.

Antes de contar sua história, no entanto, uma breve explicação sobre esse fenômeno cada vez mais comum entre os jovens. A palavra sexting é a junção de dois termos em inglês: sex (sexo) e texting (envio de mensagens). O termo – que já ganhou até definição no dicionário resume o compartilhamento, via celular, de textos ou imagens de cunho sexual, mas passou a englobar também conteúdo exposto na internet.

Não há uma data exata de quando a “moda” entre adolescentes americanos e europeus surgiu. No Brasil, o fenômeno é recente, segundo a Safernet, ONG de defesa dos direitos humanos na internet. No entanto, tem crescido rapidamente. Uma pesquisa feita pela entidade com 2.525 crianças e adolescentes brasileiros em 2009 revelou que já naquela época 12% deles admitiram terem publicado fotos íntimas na internet (o estudo não se restringia a telefones celulares).

Enquanto existem casos em que essas imagens são publicadas sem o consentimento da vítima, há também muitos outros de adolescentes que deliberadamente se deixam filmar e fotografar. “É um comportamento de risco. O jovem acha ‘legalzinho’ e não pensa na exposição, nem nos problemas que um vídeo ou foto podem causar depois de publicados”, alerta Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da Safernet.

Getty Images

A palavra sexting é a junção de dois termos em inglês: sex (sexo) e texting (envio de mensagens)

Caso gaúcho

Voltemos agora à história do começo desta reportagem. Na cidade gaúcha de Bom Retiro do Sul, o vídeo de dois adolescentes de 16 anos fazendo sexo foi espalhado de forma viral entre os moradores. As imagens, que tinham sido gravadas com o consentimento da garota, foram passadas pelo rapaz por celular a dois ou três amigos, como vingança após o término do namoro. Esses amigos repassaram, também por celular, a outros colegas. Até que o vídeo começou a circular na escola onde a garota era aluna e, depois, em celulares de trabalhadores das fábricas e do comércio da cidade. Em cerca de 48 horas, praticamente todos os moradores já tinham visto ou ouvido falar do vídeo de sexo entre os adolescentes.

Após o escândalo, a jovem parou de ir ao trabalho e, de acordo com o setor jurídico da 3ª Coordenadoria Regional de Educação, pediu transferência para uma escola de outro município. “Não sei por que isso aconteceu comigo. Eu perdi tudo, trabalho, escola. Perdi minha dignidade”, lamentou a jovem, durante uma entrevista ao programa “Domingo Espetacular”, da TV Record. Enquanto isso, o rapaz que gravou e distribuiu o vídeo agora evita sair de casa com receio de ser reconhecido na rua.

O delegado de Bom Retiro do Sul, Rodrigo Reis, explicou ao UOL Tecnologia que o inquérito sobre o caso está quase concluído e será encaminhado ao Ministério Público. Há provas materiais contra o adolescente.
Sexting é crime

Pena de reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, para quem oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente
Artigo 241-A do Estatuto da Criança e do Adolescente

Mas, apesar de a divulgação do material por terceiros também ser um crime – são imagens pornográficas de uma menor de idade – não há como identificar e punir as demais pessoas. “É surreal querer responsabilizar a cidade toda. O que podemos fazer é identificar o núcleo, quem fez a coisa se expandir”, explica Reis.

Caso condenado, o adolescente não ficará preso — terá como pena a prestação de serviços à comunidade, detalha Renato Opice Blum, especialista em Direito Eletrônico. Mas a família da jovem, caso queira, pode processar o rapaz por danos morais e obter indenização. Para adultos que repassarem o vídeo da menor, a pena é de três a seis anos de reclusão e multa, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente.

A pena ao adolescente soa branda, mas a punição ainda assim é importante, considera o representante da Safernet. Para Nejm, o crime cometido pelo rapaz ficará marcado para o restante da vida. “Sempre que ele procurar um emprego, constará um registro de que ele passou pelo Juizado da Infância e do Adolescente. É um constrangimento.”

Dá para evitar?

Um dos principais problemas das imagens de sexting é que elas são usadas posteriormente por sites de pedofilia. Nejm adverte que é importante os pais conversarem com seus filhos sobre não se deixarem fotografar ou filmar em cenas íntimas, mesmo por pessoas em quem confiam – namorados e namoradas. “Muitos pais se eximem da tarefa de falar sobre cidadania na internet com os filhos, dizem que não possuem o conhecimento técnico necessário”, afirma. “O que acontece é que a ‘bronca’, depois que algo ocorre, se torna vazia”, explica o especialista em direitos humanos na internet.

“Os adolescentes não pensam no futuro. Mas é preciso que tenham em mente que, num dia, eles também serão mães e pais, profissionais no mercado de trabalho. E a internet não esquece: é praticamente impossível controlar o destino dessas imagens, uma vez divulgadas na web”, diz o especialista da Safernet.

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Além da orientação dos pais, a escola pode ajudar contra a disseminação do sexting, pois aborda dois temas importantes com os adolescentes, sexualidade e cidadania. Confira aqui as dicas de uma educadora.

Numa medida emergencial, a escola estadual de Bom Retiro do Sul onde a vítima do sexting era aluna proibiu o uso de celulares, para evitar a disseminação do vídeo.

Professores receberam orientação da 3ª Coordenadoria Regional de Educação sobre como abordar o tema com os alunos. Além disso, foram realizadas palestras dentro do eixo de cidadania do programa pedagógico com os estudantes – incluindo responsabilidade criminal e consequências legais do sexting, com auxílio do delegado Rodrigo Reis.

Os educadores podem destacar os limites de algo que acaba sendo considerado apenas “brincadeira” ou “moda” e, sobretudo, mostrar que a internet não é uma terra sem lei. Na rede, adolescentes tendem a ter um comportamento diferente do que teriam na vida real acreditando na impunidade. “A internet não é mais uma brincadeira, deve ser um lugar onde a cidadania também é exercida”, lembra Nejm.

Como denunciar

Quem encontra imagens pornográficas envolvendo menores de idade pode denunciar o crime pelo site da Safernet ou diretamente à polícia. É importante guardar os links e se possível capturas de tela dos sites para a denúncia.

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