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Advogados com Certificação Digital poderão fazer peticionamento eletrônico no TJRS 03/12/2009

Posted by DVH Advogados in OABRS, Processo Eletronico, Tecnologia.
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Finalmente vai abandonar-se a petição de papel, do tempo das ordenações manuelinas e entrar-se no processo digital. Mas a duvida é quando o civel implantará um e-doc igual ao da Justiça do Trabalho? O que falta? qual o papel da OABRS neste processo?

Advogados com Certificação Digital poderão fazer peticionamento eletrônico no TJRS
Em breve, o sistema será implantado pelo Tribunal e poderá ser utilizado pelos advogados que possuírem o novo cartão de identidade profissional com Certificação Digital, ferramenta que é oferecida pela OAB/RS.

advogados portadores do novo cartão de identidade profissional da OAB e que realizaram o procedimento de Certificação Digital poderão fazer o peticionamento eletrônico no TJRS em breve.

A implantação do sistema já foi aprovada pela presidência do Tribunal e está em fase final de ajustes. A ferramenta permitirá o uso de envio eletrônico de petições ao TJRS. A facilidade estará à disposição pelo site www.tjrs.jus.br em algumas semanas.

advogados com Certificação Digital poderão peticionar em alguns tipos de processos em andamento em primeira ou segunda instância. Também o agravo dirigido ao STJ poderá ser realizado de forma totalmente eletrônica. Contrarrazões apresentadas em papel serão digitalizadas para serem introduzidas no sistema do TJRS. Todo o acompanhamento do andamento da petição poderá ser realizado também via computador.

Ordem gaúcha oferece Certificação Digital

OAB/RS disponibiliza a Certificação Digital em Porto Alegre a todos os advogados que estiverem em dia com suas anuidades perante a Ordem e que possuírem o novo cartão de identidade profissional.

Para obter a Certificação é necessário um pré-cadastro no site da OAB/RS. Após a realização deste procedimento, o advogado deve comparecer aos postos de Certificação Digital da OAB/RS munido com o seu novo cartão de identidade profissional e implantar os dados da Certificação Digital no chip do cartão. Junto com a Certificação, é necessária a obtenção de um leitor óptico do cartão. O processo de implantação das informações no chip dura aproximadamente 40 minutos.

Confira informações detalhadas sobre a necessidade de adquirir o Certificado, clicando aqui.

Pontos de Certificação Digital em Porto Alegre

- OAB Serviços

Endereço: Rua Vicente de Paula Dutra, 236 – Praia de Belas – ao lado do Foro Central de Porto Alegre
Fone: (51) 3284.6400
Atendimento de segunda a quinta-feira, das 9h às 18h30min, e nas sextas-feiras das 9h às 17h30min.

- SESCON/RS

Endereço: Rua Augusto Severo, 168 – São João – Porto Alegre
Fone: (51) 3343.2090
Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h, e das 13h30min às 18h.

TJSP rejeita depoimento em DVD e libera presa 24/11/2009

Posted by DVH Advogados in Advocacia, Processo Eletronico, Tecnologia.
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O velho formalismo rançoso do processo civil brasileiro em ação.
A justiça deve observar as modernidades, enquanto no Pará temos juizes que expedem alvara de soltura de pensãom por sms (mensagem de texto), temos de conviver com a triste noticia abaixo.

E quando o processo eletronico e as novas midias forem obrigatórias, o que ocorrerá?

TJSP rejeita depoimento em DVD e libera presa
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a libertação de uma mulher condenada a um ano e oito meses por tráfico de drogas porque os depoimentos em primeira instância foram gravados em “mídia eletrônica” (em DVD) -instrumento legal utilizado por magistrados para agilizar os processos.
A determinação ocorreu na última segunda, quando os desembargadores da Primeira Câmara Criminal analisavam a apelação feita pelos advogados de N.T.S., 19, presa em fevereiro deste ano com 53 “pinos” de cocaína. A condenação em primeira instância ocorreu em julho.
Em vez de julgar o pedido, os magistrados determinaram a transcrição do material em 30 dias e a soltura de N. durante o procedimento.
Segundo o TJ, a soltura teve manifestação favorável da Promotoria, que também quer a transcrição, e mantê-la presa durante essa transcrição poderia prejudicá-la porque pode ultrapassar o tempo de cárcere. Ela tem o “direito, em tese, à progressão de regime após cumprir 2/5 da pena”.
Após a transcrição do material, a apelação voltará a ser analisada. Najara poderá voltar a prisão e cumprir a parte restante da pena, caso os magistrados entenderam necessário.
As gravações de interrogatórios de réus e de depoimentos de testemunhas são permitidas pelo Código de Processo Penal. Elas se tornaram mais frequentes de um ano para cá. O objetivo é agilizar as audiências porque os juízes não precisam ditar perguntas e repostas ao escrevente ou aguardar a transcrição dos estenotipistas.
“Para a busca da verdade, nada melhor do que a gravação. É a prova ideal, a mais confiável. E essa também é uma das principais formas de agilizar a investigação”, afirma Roberto Livianu, promotor, doutor em direito penal pela USP e diretor do Movimento do Ministério Público Democrático.
Ele avalia que a resistência de alguns juízes é resultado de “uma questão cultural, uma visão ultrapassada do processo”.
Esse sistema sofre resistência principalmente de magistrados da segunda instância.
Segundo a Apagamis (Associação Paulista dos Magistrados Paulistas), o problema ocorre porque não há hoje em São Paulo um centro de degravação da mídia eletrônica.
Com isso, os desembargadores têm basicamente três opções: decidem pelo resumo feito pelo juiz de primeira instância, assistem a todos os DVDs ou determinam a transcrição, como no caso de N. “Numa sessão, há julgamento de cem, 200 processos. Se for assistir a três ou quatro horas de gravação de cada processo, você vai levar mais de um mês”, disse Henrique Nelson Calandra, presidente da Apamagis.
Uso de mídia eletrônica será avaliado pelo CNJ
A utilização de mídias eletrônicas é um dos temas que serão avaliados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) dentro de um pacote de medidas para modernizar o Judiciário brasileiro.
Após essa discussão ser aprovada pelo plenário do conselho, será editada uma resolução para disciplinar a gravação das audiências pelo sistema audiovisual.
De acordo com o conselheiro José Adonis Callou, a resolução deve ser aprovada sem dificuldades porque o CNJ incentiva a utilização desse sistema porque consegue registrar com mais realidade os depoimentos. “O próprio CNJ utiliza em seus procedimentos.”
Sobre o caso específico de São Paulo, Callou disse que não poderia comentá-lo porque não tinha elementos suficientes.
Em São Paulo, segundo a Apamagis, uma comissão criada pela Sessão de Direito Criminal para analisar a utilização das mídias foi dissolvida sem chegar a nenhuma conclusão. A sugestão da associação da criação de um centro de transcrição não foi acatada pelo órgão. (RP e AI)
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